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terça-feira, 14 de junho de 2011

Onde as crianças do mundo dormem?

James Mollison viajou ao redor do mundo e decidiu criar uma série de fotografias mostrando os quartos infantis  por onde passava. As fotografias foram depois compiladas em um livro intitulado Onde as crianças dormem. Cada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre um e outro espaço do sono é impressionante.
 

Mollison nasceu no Quênia em 1973 e cresceu na Inglaterra. Depois de estudar arte e design na Universidade de Oxford Brookes, e cinema e fotografia em Newport School of Art and Design, ele se mudou para a Itália para trabalhar no laboratório criativo da fábrica da Benetton.
O projeto tornou-se uma referência de pensamento crítico sobre a pobreza e a riqueza, sobre a relação das crianças com as suas posses -ou a falta delas-. O fotógrafo espera que seu trabalho ajude outras crianças a pensar sobre a desigualdade no mundo, para que, talvez, no futuro pensem como agir para diminuir esta diferença.



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Onde as crinças do mundo dormem
Lamine, 12 anos, vive no Senegal. As camas são básicas, apoiadas por alguns tijolos. Aos seis anos, todas as manhãs, os meninos começam a trabalhar na fazenda-escola onde aprendem a escavação, a colheita do milho e lavrar os campos com burros. Na parte da tarde, eles estudam o Alcorão. Em seu tempo livre, Lamine gosta de jogar futebol com seus amigos.
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Onde as crinças do mundo dormem
Tzvika, nove anos, vive em um bloco de apartamentos em Beitar Illit, um assentamento israelense na Cisjordânia. É um condomínio fechado de 36.000 Haredi. Televisões e jornais são proibidos de assentamento. A família média tem nove filhos, mas Tzvika tem apenas uma irmã e dois irmãos, com quem divide seu quarto. Ele é levado de carro para a escola onde o esporte é banido do currículo. Tzvika vai à biblioteca todos os dias e gosta de ler as escrituras sagradas. Ele também gosta de brincar com jogos religiosos em seu computador. Ele quer se tornar um rabino, e sua comida favorita é bife e batatas fritas.
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Onde as crinças do mundo dormem
Jamie, nove anos, vive com seus pais e irmão gêmeo e sua irmã em um apartamento na quinta Avenida em Nova Iorque. Jamie frequenta uma escola de prestígio e é um bom aluno. Em seu tempo livre, ele faz aulas de judô e natação. Quando crescer, quer se tornar um advogado como seu pai.
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Onde as crinças do mundo dormem
Indira, sete anos, vive com seus pais, irmão e irmã, perto de Kathmandu, no Nepal. Sua casa tem apenas um quarto, com uma cama e um colchão. Na hora de dormir, as crianças compartilham o colchão no chão. Indira trabalha na pedreira de granito local desde os três anos. A família é muito pobre para que todos tenham que trabalhar. Há 150 crianças que trabalham na pedreira. Indira trabalha seis horas por dia além de ajudar a mãe nos afazeres domésticos. Ela também freqüenta a escola, a 30 minutos a pé. Sua comida preferida é macarrão. Ela gostaria de ser bailarina quando crescer.
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Onde as crinças do mundo dormem

Kaya, quatro anos, mora com os pais em um pequeno apartamento em Tóquio, Japão. Seu quarto é forrado do chão ao teto com roupas e bonecas. A mãe de Kaya faz todos os seus vestidos e gostos -Kaya tem 30 vestidos e casacos, 30 pares de sapatos, perucas e um sem contar de brinquedos. Quando vai à escola fica chateada por ter que usar uniforme escolar. Suas comidas favoritas são a carne, batata, morango e pêssego. Ela quer ser cartunista quando crescer.
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Onde as crinças do mundo dormem

Douha, 10, mora com os pais e 11 irmãos em um campo de refugiados palestinos em Hebron, na Cisjordânia. Ela divide um quarto com outras cinco irmãs. Douha freqüenta uma escola, a 10 minutos a pé, e quer ser pediatra. Seu irmão, Mohammed, matou 23 civis em um ataque suicida contra os israelenses em 1996. Posteriormente, os militares israelenses destruíram a casa da família. Douha tem um cartaz de Maomé em sua parede.
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Onde as crinças do mundo dormem
Jasmine (Jazzy), quatro anos, vive em uma grande casa no Kentucky, EUA, com seus pais e três irmãos. Sua casa é na zona rural, rodeada por campos agrícolas. Seu quarto é cheio de coroas e faixas que ela ganhou em concursos de beleza. A garota já participou de mais de 100 competições. Seu tempo livre é todo ocupado com os ensaios. Jazzy gostaria de ser uma estrela do rock quando crescer.
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Onde as crinças do mundo dormem
A casa para este garoto e sua família é um colchão em um campo nos arredores de Roma, Itália. A família veio da Romênia de ônibus, depois de pedir dinheiro para pagar as passagens. Quando chegaram em Roma, acamparam em terras particulares, mas foram expulsos pela polícia. Eles não têm documentos de identidade, de forma que não conseguem um trabalho legal. Os pais do garoto limpam pára-brisas de carros nos semáforos. Ninguém de sua família foi um dia para a escola.
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Onde as crinças do mundo dormem
Dong, nove anos, vive na província de Yunnan, no sudoeste da China, com seus pais, irmã e avó. Ele divide um quarto com a irmã e os pais. A família tem uma propriedade que permite cultivar quantidade suficiente de seu próprio arroz e cana de açúcar. A escola de Dong fica a 20 minutos a pé. Ele gosta de escrever e cantar. Na maioria das noites, ele passa uma hora fazendo o seu dever de casa e uma hora assistindo televisão. Dong gostaria de ser policial.
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Onde as crinças do mundo dormem
Roathy, oito anos, vive nos arredores de Phnom Penh, Camboja. Sua casa fica em um depósito de lixo enorme. O colchão de Roathy é feito de pneus velhos. Cinco mil pessoas vivem e trabalham ali. Desde os seis anos, todas as manhãs, Roathy e centenas de outras crianças recebem um banho em um centro de caridade local, antes de começar a trabalhar, lutando por latas e garrafas de plástico, que são vendidos para uma empresa de reciclagem. Um pequeno lanche é muitas vezes a única refeição do dia.
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Onde as crinças do mundo dormem
Thais, 11, mora com os pais e a irmã no terceiro andar de um bloco de apartamentos no Rio de Janeiro, Brasil. Ela divide um quarto com a irmã. Vivem nas vizinhanças da Cidade de Deus, que costumava ser conhecida por sua rivalidade de gangues e uso de drogas. Thais é fã de Felipe Dylon, um cantor pop, e tem pôsteres dele em sua parede. Ela gostaria de ser modelo.
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Onde as crinças do mundo dormem
Nantio, 15, é membro da tribo Rendille no norte do Quênia. Ela tem dois irmãos e duas irmãs. Sua casa é uma pequena barraca feita de plástico. Há um fogo no centro, em torno do qual a família dorme. As tarefas de Nantio incluem cuidar de caprinos, cortar lenha e carregar água. Ela foi até a escola da aldeia por alguns anos, mas decidiu não continuar. Nantio está esperando o seu moran (guerreiro) para casar. Ela só tem um namorado no momento, mas não é incomum para uma mulher Rendille ter vários namorados antes do casamento.
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Onde as crinças do mundo dormem
Joey, 11, mora em Kentucky, EUA, com seus pais e irmã mais velha. Ele acompanha regularmente o seu pai em caçadas. Ele é dono de duas espingardas e uma besta, e fez sua primeira vítima -um cervo- quando tinha sete anos. Ele está esperando para usar sua besta durante a temporada de caça seguinte. Ele ama a vida ao ar livre e espera poder continuar a caçar na idade adulta. Sua família sempre come carne de caça. Joey não concorda que um animal deve ser morto só por esporte. Quando não está caçando, Joey freqüenta a escola e gosta de ver televisão com o seu lagarto de estimação, Lily.
 

sábado, 26 de março de 2011

Curitiba 318 anos. Dia 29 de março de 2011, aniversário de Curitiba.





Curitiba 318 anos.
PROGRAMAÇÃO DE ANIVERSÁRIO NO FIM DE SEMANA

Domingo, dia 27
Parque Barigui – Regional Santa Felicidade
Hora: 10h às 18h30
Atração: Música
Programação:
10h - Rodrigo Simões e Banda
10h50 - Banda Marcial Colégio Padre João Bagozzi
11h30 - Orquestra de Câmara da PUC, com o Maestro Paulo Torres
12h40 - Grupo Choro e Seresta - Chorinho
13h30 - Maxixe e Machine – Poesias e Inovações
14h20 - Banda Carenagem - Rock
15h30 - Guitarra Paranaense – Musica Instrumental Contemporânea
16h - Chegada do prefeito
16h40 - Corte do Bolo e Parabéns para Curitiba, com a Banda Lyra Curitibana
17h - Banda Lefigaroo – Pop/Axé/Sertanejo e MPB
17h40 - Banda Djambi - Reggae
Local: Parque Barigui e Regionais de Curitiba.
Endereço: Parque Barigui - BR 277 - Rodovia do Café, Km 0 - Santo Inácio.
Regional Bairro Novo
Centro de Esporte e Lazer - Ginásio do Bairro Novo
Hora: 13h às 18h
Atração: Música e Dança
Programação:
13h - Abertura
13h50 - Grupo de Capoeira Arte e Raça- CRAS Xapinhal
14h20 - Cantor Fogaça e Banda- Fundação Cultural de Curitiba
14h50 - Grupo de Dança Star Dance, do Centro de Esporte e Lazer Xapinhal
14h55 - Coral Raízes do Passado- Grupo de Convivência da Unidade de Atendimento Central
15h10 - Grupos de Dança Infantil Pantera e Mix Dance, do Centro de Esportes e Lazer Bairro Novo
15h15 - Grupos de Dança Panteras, Mix Dance e Versátil, do Centro de Esportes e Lazer Bairro Novo
15h20 - Grupo de Dança Versátil, do Centro de Esportes e Lazer Bairro Novo
15h25 - Cerimônia Oficial (Bolo)
15h35 - Roda de Viola- CRAS Umbará
15h50 - Ativação do Grupo Zimba de Capoeira- Edital Circuito de Arte e Cultura- Fundação Cultural de Curitiba
16h30 - Swing Total Axé & Cia- Fundação Cultural de Curitiba
16h45 - Dupla Fernando e Fabrício e Banda Novo Horizonte- Fundação Cultural de Curitiba
Local: Ginásio de Esportes Bairro Novo 
Endereço: Rua Ourizona, 1681 - Bairro Novo
Ingresso: entrada franca
Regional Cajuru
Parque Peladeiros
Hora: 14h às 18h
Atração: Música e Dança
Programação:
14h - Cerimonial Entrada das Bandeiras/ Guarda Municipal           
14h10 - Grupo de Dança - Remelexo    
14h20 - Grupo de Dança CTE – Amigos do Mundo   
14h40 - Grupo de Capoeira Centro da Juventude                                           
15h - Grupo Fanfarra da Escola Enéas Farias/Maestro Iraja            
15h30 - Banda Novo Horizonte com Fernando e Fabrício    
16h - Banda Luar /MPB e Sertanejo       
17h - Banda Rambo Vilão “O Rock de Rua de Curitiba”       
Local: Parque dos Peladeiros
Endereço: Rua Antonio Moreira Lopes, s/n – Uberaba
Ingresso: entrada franca





Aproveite mais 


Esse vídeo foi divulgado por ocasião do aniversário de 317 anos de Curitiba.


É um poema para quem, como eu, não nasceu aqui, mas sente um imenso amor por este solo, e expressa de coração aberto o orgulho de morar em Curitiba.


Convido a assistirem o vídeo, e se não entenderem algo...
...venham conhecer. 


;-)


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O Cravo não brigou com a Rosa!


O Cravo não brigou com a Rosa!
Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto. Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais “O cravo brigou com a rosa”. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo – o homem – e a rosa – a mulher – estimula a violência entre os casais.
Na nova letra “o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada”. Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que “O cravo brigou com a rosa” faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?
É Villa Lobos!!!!!!
Outra música infantil que mudou de letra foi “Samba Lelê”. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte:
Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: “Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.” Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca.
Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: “Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz”. Comunico também que não se pode mais “atirar o pau no gato”, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem “entra na roda dança”, nos dias atuais, não pode mais ter “sete namorados para se casar com um”. Sete namorados é coisa de menina fácil.
Ninguém mais é “pobre ou rico de marré-de-si”, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens. Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, “Pai Google da Aruanda”] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado.
Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.
Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de viado? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.
Daqui a pouco só chamaremos o anão – o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil – de “deficiente vertical”. O crioulo – vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) - só pode ser chamado de “afrodescendente”. O branquelo – o famoso branco azedo ou Omo total – é um “cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente”.
A mulher feia – aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno – é apenas a “dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade”. (Que o diga o deputado…) O gordo – outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão – é o “cidadão que está fora do peso ideal”.
O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha. Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha “necessidades especiais”… Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.
O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra………… e o centroavante pereba tomar ……………, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.
* Luiz Antonio Simas é mestre em História Social pela UFRJ e professor de História do ensino médio. Desenvolve pesquisas sobre a cultura popular carioca.
-
Recebi o artigo acima por e-mail (valeu Dion!), mas não tinha a autoria.

BREAKFAST BOM PRA CACHORRO...



;-)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Robô Detector de Mentiras



O filho chega em casa, tarde da noite, e encontra o pai na sala com um robô ao lado. 


O pai pergunta:
- Onde você estava?


O filho responde:
- Errr, na faculdade. Fiquei até tarde fazendo trabalho


O Robô vai pra trás do moleque e POOOF, mete-lhe um tapão na cabeça.


- Que p#### é essa, pai?


- É um robô detector de mentiras. Agora me conte a verdade.


- Ééééé, olha pai um tive uns problemas com minha namorada, por isso cheguei tarde.


O robô, levanta a mão e POOOOFFFF, na cabeça do filho.


- Tudo bem, tudo bem, eu estava na casa dela.


- Fazendo o que?


O moleque meio desconfiado com o robô, responde:
- Ééééé
bemassistindo um filminho!


O robô, novamente: POOOOFFFF na cabeça do moleque.
- Tá bom, tá bom, era um filme pornô, e depois disso transamos a noite toda
putz que saco!



O pai indignado com o filho diz:
- Que vergonha filho, isso não é a educação que eu te dei, eu nunca na minha vida menti pro meu pai!!!


O robô vai pra traz do pai e POOOOFFFF na cabeça dele!!


A mãe vendo tudo da cozinha, vai até a sala e grita:
- Ta vendo! Só Podia Ser Seu FILHO!!
E o robô: POOOOFFFF na cabeça da mãe


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Seja inteligente: Evite o bate boca


Seja inteligente: Evite o bate boca!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Idade fora de forma...


Haroldo tirou o papel do bolso, conferiu a anotação e perguntou à balconista:
– Moça, vocês tem pen drive?
– Temos, sim.
– O que é pen drive? Pode me esclarecer?  Meu filho me pediu para comprar um.
– Bom, pen drive é um aparelho em que o senhor salva tudo o que tem no
computador.
– Ah, como um disquete...
– Não. No pen drive o senhor pode salvar textos, imagens e filmes. O
disquete, que nem existe mais, só salva texto.
– Ah, tá. bom, vou querer.
– Quantos gigas?
– Hein?
– De quantos gigas o senhor quer o seu pen drive?
– O que é gigas?
– É o tamanho do pen.
– Ah, tá, eu queria um pequeno, que dê para levar no bolso, sem fazer
muito volume.
– Todos são pequenos, senhor. O tamanho, aí, é a quantidade de coisas que
ele pode arquivar.
- Ah, tá. E quantos tamanhos tem?
– Dois, quatro, oito e até dez gigas.
– hummmm, meu filho não falou quantos gigas queria.
– Neste caso, o melhor é levar o maior.
– Sim, eu acho que sim. Quanto custa?
– Bem, o de dez gigas é o mais caro. A sua entrada é USB?
– Como?
– É que para acoplar o pen no computador, tem que ter uma entrada compatível.
– USB não é a potência do ar condicionado?
– Não, aquilo é BTU.
– Ah é, isso mesmo. Confundi as iniciais. Bom, sei lá se a minha entrada é USB.
– USB é assim ó, com dentinhos que se encaixam nos buraquinhos do
computador. O outro tipo é este, o P2, mais tradicional, o senhor só tem
que enfiar o pino no buraco redondo.
– Hmmmm..., enfiar o pino no buraquinho, né?
– Hehehe. O seu computador é novo ou velho? Se for novo é USB, se for
velho é P2.
– Acho que o meu tem uns dois anos. O anterior ainda era com disquete. Lembra do disquete? Quadradinho, preto, fácil de carregar, quase não tinha peso. O meu primeiro computador funcionava com aqueles disquetes do tipo bolacha, grandões e quadrados. Era bem mais simples, não acha?
– Os de hoje nem tem mais entrada para disquete. Ou é CD ou pen drive.
– Que coisa! Bem, não sei o que fazer.. Acho melhor perguntar ao meu filho.
– Quem sabe o senhor liga para ele?
– Bem que eu gostaria, mas meu celular é novo, tem tanta coisa nele que
ainda não aprendi a discar.
– Deixa eu ver. Poxa, um Smarthphone, este é bom mesmo, tem Bluetooth, woofle, brufle, trifle, banda larga, teclado touchpad, câmera fotográfica, filmadora, radio AM/FM, dá pra mandar e receber e-mail, torpedo direcional, microondas e conexão wireless.
– Microondas? Dá para cozinhar nele?
– Não senhor, assim o senhor me faz rir, é que ele funciona no sub-padrão,
por isso é muito mais rápido.
– E Bluetooth?, estou emocionado. Não entendo como os celulares anteriores
não possuíam Bluetooth.
– O senhor sabe para que serve?
– É claro que não.
– É para comunicar um celular com outro, sem fio.
– Que maravilha! Essa é uma grande novidade! Mas os celulares já não se
comunicam com os outros sem usar fio? Nunca precisei fio para ligar para
outro celular. Fio em celular, que eu saiba, é apenas para carregar a
bateria...
– Não, já vi que o senhor não entende nada, mesmo. Com o Bluetooth o
senhor passa os dados do seu celular para outro, sem usar fio. Lista de
telefones, por exemplo.
– Ah, e antes precisava fio?
– Não, tinha que trocar o chip.
– Hein? Ah, sim, o chip. E hoje não precisa mais chip...
– Precisa, sim, mas o Bluetooth é bem melhor.
– Legal esse negócio do chip. O meu celular tem chip?
– Momentinho... Deixa eu ver... Sim, tem chip.
– E faço o quê, com o chip?
– Se o senhor quiser trocar de operadora, portabilidade, o senhor sabe.
– Sei, sim, portabilidade, não é?, claro que sei. Não ia saber uma coisa
dessas, tão simples? Imagino, então que para ligar tudo isso, no meu
celular, depois de fazer um curso de dois meses, eu só preciso clicar nuns
duzentos botões...
– Nãão, é tudo muito simples, o senhor logo apreende. Quer ligar para o
seu filho? Anote aqui o número dele. Isto. Agora é só teclar, um
momentinho, e apertar no botão verde... pronto, está chamando.
Haroldo segura o celular com a ponta dos dedos, temendo ser levado pelos
ares, para um outro planeta:
– Oi filhão, é o papai. Sim. Me diz, filho, o seu pen drive é de
quantos.... Como é mesmo o nome? Ah, obrigado, quantos gigas? Quatro gigas
está bom? Ótimo.. E tem outra coisa, o que era mesmo? Isso, nossa conexão
é USB? É? Que loucura. Então tá, filho, papai está comprando o teu pen
drive. De noite eu levo para casa.
– Que idade tem seu filho?
– Vai fazer dez em março.
– Que gracinha...
– É isto moça, vou levar um de quatro gigas, com conexão USB.
– Certo, senhor. Quer para presente?
 
Mais tarde, no escritório, examinou o pen drive, um minúsculo objeto, menor do que um isqueiro, capaz de gravar filmes? Onde iremos parar? Olha, com receio, para o celular sobre a mesa.
Máquina infernal, pensa.
Tudo o que ele quer é um telefone, para discar e receber chamadas. E tem, nas mãos, um equipamento sofistificado, tão complexo que ninguém que não seja especialista ou tenha mais de quarenta, saberá compreender.
Em casa, ele entrega o pen drive ao filho e pede para ver como funciona.
O garoto insere o aparelho e na tela abre-se uma janela. Em seguida, com o mouse, abre uma página da internet, em inglês. Seleciona umas palavras e um roque infernal invade o quarto e os ouvidos de Haroldo.

Um outro clique e, quando a música termina, o garoto diz:
– Pronto, pai, baixei a música. Agora eu levo o pen drive para qualquer lugar e onde tiver uma entrada USB eu posso ouvir a música. No meu celular, por exemplo.
– Teu celular tem entrada USB?
– É lógico. O teu também tem.
– É? Quer dizer que eu posso gravar músicas num pen drive e ouvir pelo
celular?
– Se o senhor não quiser baixar direto da internet...
 
Naquela noite, antes de dormir, deu um beijo em Clarinha e disse:
– Sabe que eu tenho Bluetooth?
– Como é que é?
– Bluetooth. Não vai me dizer que não sabe o que é?
– Não enche, Haroldo, deixa eu dormir.
– Meu bem, lembra como era boa a vida, quando telefone era telefone, gravador era gravador, toca-discos tocava discos e a gente só tinha que apertar um botão, para as coisas funcionarem?
– Claro que lembro, Haroldo. Hoje é bem melhor, né? Várias coisas numa só,
até Bluetooth você tem.
– E conexão USB também.
– Que ótimo, Haroldo, meus parabéns.
– Clarinha, com tanta tecnologia a gente envelhece cada vez mais rápido. Fico doente de pensar em quanta coisa existe, por aí, que nunca vou usar.
– Ué? Por que?
– Porque eu recém tinha aprendido a usar computador e celular e, tudo o
que sei já está superado.
– Falar nisso temos que trocar nossa televisão.
– Ué? A nossa estragou?
– Não. Mas a nossa não tem HD, tecla SAP, sloamotion e reset.
– Tudo isso?
– Tudo. Boa noite, Haroldo, agora vai dormir e não me enche mais o saco.
 
Quando estava quase pegando no sono, o filho entra no quarto e diz:
 – Pai, me compra um Playstation vinte e sete?

Paulo Wainberg

sábado, 27 de novembro de 2010

Mulher na TPM.

Vídeo clássico da Web.

Já tinha me esquecido de quanto ele é divertido.

Coitado do marido...

Vale a pena rever. ;-)

SABEDORIA CHINESA

 
Uma mulher pergunta a um sábio chinês:
 
- Mestre, por que um homem que faz sexo com várias mulheres é chamado de campeão, e uma mulher que faz sexo com vários homens é chamada de vagabunda ???
 
E o mestre responde:
 
- Filha, uma chave que abre várias fechaduras é uma "chave-mestra". Já uma fechadura que abre com qualquer chave, não serve para nada.
 
MEDITEMOS...

sábado, 13 de novembro de 2010

Ser Curitibano é...


O jeito Curitibano...



Que triste constatação.

Por isso me considero um Curitioca, amo essa cidade.


sábado, 21 de agosto de 2010

Como viajar ao exterior e não passar apuros.

Nosso personagem sai de seu país e viaja para uma terra longínqua, como ele fará para não se perder?

Ora, muito simples; é só...

...veja o vídeo!


 
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